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| ABSINTO |
A comercialização
e o consumo do absinto, bebida alcoólica que entorpeceu
gênios da literatura mundial, e foi proibido em praticamente
toda a Europa, está de volta ao Brasil, neste novo
milênio.
Originalmente uma bomba com graduação alcoólica
na casa dos 70 graus, o absinto (extraído da erva “artemisia
absinthium) foi proibida, em nosso País, em 1935, e
agora retorna mais enfraquecida, com 54 graus, mas ainda assim
é a bebida mais forte que existe no mundo.
Acusada de provocar alucinações, demência,
cegueira e, por tabela, assassinatos, suicídios e mutilações
(Van Gogh teria cortado fora a orelha embalado por umas doses
a mais), o absinto foi inventado em 1792 por um químico
frânces como fortificante. O absinto - um líquido
esverdeado, com gosto de xarope - tem em sua composição
várias ervas destiladas em álcool, entre elas
anis (que lhe dá gosto) e o grande vilão, o
absinto, antigo vermífugo e, supostamente, um forte
alucinógeno. As visões e os desvarios dos consumidores
também são creditados aos 70% a 80% de teor
alcoólico da bebida. Absinto é quase álcool
puro - o que, além de devastador para a saúde,
carrega outros riscos. Em vez de diluir a bebida em água
e açúcar, como antigamente, a moda nos bares
europeus é encher uma colher de açúcar,
embebê-la em absinto, acender a mistura e deixar que
gotas incandescentes pinguem lentamente no copo. Às
vezes, o copo de bebida pega fogo, e um garçom tem
de correr para apagar o incêndio. |
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| ÁLCOOL |
O ato de beber está historicamente ligado a encontros
sociais, rituais para inspirar bons senti-mentos, propiciar
boa sorte e coragem contra o medo, timidez e adversidades.
O álcool, porém, é depressivo do sistema
nervoso e não estimulante como muitos pensam. Sob as
suas mais diversas formas (cerveja, vinho, uísque,
cachaça, etc.) é a droga de mais amplo uso e
abuso no mundo. Crianças e adolescentes podem tornar-se
alcoólatras com facilidade. A maior parte dos alcoólatras
começam a beber na adolescência. Calcula-se que
exista no Brasil cerca de 20 a 30 milhões de pessoas
em vários estágios da doença do alcoolismo.O
uso do álcool altera ou anula o efeito dos remédios
como, por exemplo, os antibióticos. Acidentes de carro
envolvendo motoristas bêbados são a principal
causa de mortes entre adolescentes.
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| ALUCINÓGENOS
ou PSICODÉLICAS |
O ato de beber está historicamente ligado a encontros
sociais, rituais para inspirar bons senti-mentos, propiciar
boa sorte e coragem contra o medo, timidez e adversidades.
O álcool, porém, é depressivo do sistema
nervoso e não estimulante como muitos pensam. Sob as
suas mais diversas formas (cerveja, vinho, uísque,
cachaça, etc.) é a droga de mais amplo uso e
abuso no mundo. Crianças e adolescentes podem tornar-se
alcoólatras com facilidade. A maior parte dos alcoólatras
começam a beber na adolescência. Calcula-se que
exista no Brasil cerca de 20 a 30 milhões de pessoas
em vários estágios da doença do alcoolismo.O
uso do álcool altera ou anula o efeito dos remédios
como, por exemplo, os antibióticos. Acidentes de carro
envolvendo motoristas bêbados são a principal
causa de mortes entre adolescentes.
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| AMINOÁCIDOS |
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O ato de beber está historicamente ligado a encontros
sociais, rituais para inspirar bons senti-mentos, propiciar
boa sorte e coragem contra o medo, timidez e adversidades.
O álcool, porém, é depressivo do sistema
nervoso e não estimulante como muitos pensam. Sob as
suas mais diversas formas (cerveja, vinho, uísque,
cachaça, etc.) é a droga de mais amplo uso e
abuso no mundo. Crianças e adolescentes podem tornar-se
alcoólatras com facilidade. A maior parte dos alcoólatras
começam a beber na adolescência. Calcula-se que
exista no Brasil cerca de 20 a 30 milhões de pessoas
em vários estágios da doença do alcoolismo.O
uso do álcool altera ou anula o efeito dos remédios
como, por exemplo, os antibióticos. Acidentes de carro
envolvendo motoristas bêbados são a principal
causa de mortes entre adolescentes.
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| ANABOLIZANTES |
| As substâncias
anabolizantes imitam o hormônio natural testosterona,
produzido pelas glândulas supra-renais, que controla
o desenvolvimento das características masculinas e
o crescimento de certos tecidos (músculos). Esses esteróides
são usados como medicamentos no tratamento de câncer,
atraso no desenvolvimento sexual masculino e alguns tipos
de anemia. Entretanto, a partir dos anos 80, época
do culto ao corpo, passaram a ser usados indiscriminadamente,
com efeitos colaterais catastróficos.
São muito usados por alguns atletas, para desenvolver
a força e a massa muscular. Como aceleram a recuperação
dos músculos, esses esteróides permitem um programa
de treinamento mais intenso. São proibidos em todos
os esportes competitivos, não só pela vantagem
desleal que proporcionam, mas também devido aos sérios
efeitos colaterais que podem provocar. Tais como destruir
o fígado, atrofiar os testículos (infertilidade),
além de baixar o HDL (o chamado “bom” colesterol,
que remove as gorduras das artérias), aumentando o
risco de morte prematura. Em doses muito baixas, os anabolizantes
aumentam a produção de hormônio de crescimento
e são indicados para tratamento de crianças
com atraso no crescimento. Nesses casos são eficientes.
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| ANALGÉGICOS
NARCÓTICOS |
| São drogas
que atuam diretamente no sistema nervoso central, deprimindo
suas funções. São substâncias capazes
de eliminar as dores. O ópio, heroína, morfina
e a codeína (contida em alguns xaropes) pertencem a
este grupo. Seus efeitos são analgésicos e hipnóticos,
quando aplicados em doses reduzidas. De qualquer forma, aliviam
a dor e todos os seus aspectos desagradáveis, criando
sensação de bem-estar e euforia, deprimindo
a atenção e a concentração do
indivíduo, levando à sedação e
apatia.
Essas drogas desligam parcialmente os nervos que vão
para o centro do cérebro que recebe a dor, de modo
que não conseguem passar os sinais de dor leve. A aspirina,
por exemplo, contém efeitos brandos de tranqüilizante
que podem alterar as ondas elétricas do cérebro.
Uso médico: Alívio da dor, tratamento do câncer,
queimaduras, e, em geral, nos casos de moléstias em
seu estágio final. Pode ser usado de forma oral, injetado
ou inalado Causam forte dependência física e
psíquica, com severa síndrome de abstinência. |
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| ANFETAMINAS |
| Do lado oposto
aos tranqüilizantes estão as anfetaminas (também
conhecidas como “boli-nhas”, “rebite”,
etc.), que estimulam o sistema nervoso central. São
vendidas sob prescrição médica para reduzir
o apetite, suprimir o sono, combater a fadiga e resolver problemas
de asma. Fora do país, também é vendida
à parte, na forma de um pó branco. Pode ser
aspirada, engolida ou injetada. Não raro provoca palpitações
e estimula a vontade de urinar. Depois da “viagem”,
a pessoa se sente deprimida e cansada. Aceleram a atividade
mental e física, produzem estados de excitação,
euforia, bem-estar e força. Também agilizam
a fala aumentando a atividade motora. Ao criarem dependência
passam a causar insônia, ansiedade, desassossego, taquicardia,
problemas de pele, dentes e gengivas, além de sensações
de pânico, alucinações e pensamentos paranóides. |
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| ANOREXIGÊNICOS |
| Os anorexigênicos
ou anoréticos são medicamentos usados para diminuir
ou abolir o apetite. Por isso, são vastamente empregados
nos regimes alimentares restritos, ou seja, nas curas de emagrecimento.
Entretanto, eles não passam, na maioria dos casos,
de anfetaminas mal rotuladas, isto é, exatamente porque
são estimulantes do SNC, é que podem ser usados
como agentes moderadores do apetite. O estímulo central,
a euforia e a sensação de bem-estar que provocam
é que ajudam ao paciente suportar o regime restrito
alimentar que lhe é imposto pelo médico. Contudo,
muito programas de emagrecimento não fazem nenhuma
referência aos anorexigênicos, e o mais importante
no caso é que, pela dificuldade de obterem as anfetaminas
clássicas, os usuários das “bolinhas”
estão se desviando para os anoréticos, cuja
aquisição é relativamente mais simples. |
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| ANSIOLÍTICOS |
| Esses medicamentos
são também chamados de “tranqüilizantes”.
Possuiem o poder de “quebrar” a ansiedade, “tranqüilizando”
a pessoa ansiosa ou tensa. São também usados
para provocar o sono. Esses medicamentos são largamente
comercializados nas farmácias com diversos nomes “fantasia”.
Os ansiolíticos produzidos à base de uma substância
chamada de benzodiapina, têm uma grande eficiência
terapêutica e são considerados mais seguros do
que os barbitúricos, uma vez que as doses mortais são
muito superiores às doses recomendadas para uso terapêutico,
que praticamente não provocam efeito “visível”
no organismo. Quanto aos efeitos colaterais destacam-se problemas
agudos ou crônicos ligados a um emprego muito prolongado,
e de dependência. Pesquisas indicam que os ansiolíticos
ocupam o segundo lugar na preferência de uso entre estudantes,
apesar dessas substâncias dificultarem a aprendizagem
e a memória. Além disso inibem os reflexos,
aumentando, por exemplo, a possibilidade de ocorrência
de acidentes automobilísticos. |
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| ANTIÁCIDOS |
| O antiácido
- uma associação de sais de alumínio
e magnésio de cálcio - ameniza a azia. Igualmente
o leite, que tem o poder de neutralizar o meio ácido.
Os antiácidos não devem serem tomados sem estrita
recomendação médica. Pois, tomar um remédio
desse tipo, é estar agindo contra a natureza do organismo.
A acidez do estômago é normal. Um medicamento
que tente diminuí-la provoca a reação
do órgão, criando um círculo vicioso.
Os antiácidos também podem dificultar a ação
de alguns antibióticos. Se você vive com problemas
de azia, procure alimentar-se em horários regulares
e em ambientes tranquilos. mastigue bem, sem pressa. Aumente
a quantidade de fibras em sua dieta: elas facilitam o trânsito
intestinal, o que repercute na digestão. |
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| ANTIBIÓTICOS |
| É uma
substância produzida em laboratórios, capaz de
matar ou impedir o crescimento de microorganismos (bacterias).
É a principal arma contra as doenças causadas
por bactérias - microorganismos que atuam no corpo
quando seu sistema de defesa está fraco, prejudicando
o funcionamento dos órgãos. Entre elas, certos
tipos de infecção urinária e respiratória,
dores de garganta e de ouvido.
Sua principal função é combater a bactéria.
O antibiótico age como uma espécie de veneno
que ataca o microorganismo e destrói seu código
genético. Certos remédios destroem esse inimigo
por completo. Outros impedem que as bactérias se reproduzam,
deixando para o sistema de defesa do corpo a tarefa de acabar
com ele por completo. Em geral, o antibiótico deve
ser tomado de 12 em 12 horas por períodos que variam
de acordo com a gravidade da doença, em geral quinze
dias. Mesmo não apresentando mais os sintomas da doença
é perigoso interromper antecipadamente o tratamento
antes do prazo, pois é possível que ainda existam
bactérias no corpo. Se esses microorganismo não
forem completamente eliminados, acabam criando resistência.
Há o perigo da infecção voltar - e bem
mais forte. Como existem vários tipos de bactérias,
há inúmeros antibióticos para combatê-las.
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| ANTICOLINÉRGICOS |
| Os anticolinérgicos
são encontrados nos remédios para o mal de Parkinson
e nos colírios para dilatar as pupilas, estas substâncias,
se ingeridas em quantidades exageradas ou se forem misturadas
a bebidas alcoólicas, geram alucinações
e delírios de duração prolongada - cerca
de dois a três dias. Produzem delírios e alucinações.
São muito comuns a visão de insetos e a sensação
de perseguição, embora também ocorram
experiências agradáveis. Podem produzir muitos
efeitos periféricos: as púpilas ficam dilatadas,
a boca seca, o coração pode disparar e os intestinos
ficam parali-zados - (essa é a razão de se usarem
essas substâncias contra diarréia). Pode provocar
uma elevação acentuada da temperatura do corpo,
o que pode provocar convulsões (os chamados “ataques”),
mas não muito comum. Os anticolinérgicos não
produzem tolerância, nem síndrome de abstinência. |
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| ANTIDEPRESSIVOS |
| Os antidepressivos
são remédios usados no tratamento de problemas
de depressão, ansiedade, síndrome do pânico
e doença obsessiva-compulsiva. Atuam sobre os neurotransmissores
- substâncias que fazem o “contato” entre
as células do sistema nervoso central (neurônio).
Os primeiros antidepressivos, surgidos na década de
60, foram os tricíclico, ainda bastante usados. Os
principais integrantes desse grupo são: Tryptanol,
Anafranil, Tofranil e Pamelor. Efeitos colaterais: sedação,
tontura, boca seca, ganho de peso, dificuldade para urinar,
prisão de ventre e problemas sexuais.
Atualmente uma nova geração de drogas contra
a depressão está prometendo o que nenhum dos
remédios clássicos conseguiu até hoje:
eficácia superior aos antidepressivos clássicos
com pouquíssimos efeitos colaterais. Composta por drogas
teoricamente mais potente e seletivas, essa nova geração
- que tem como representantes atuais o Remeron e o Effxor
- enfrenta no Brasil o baixo custo e a “confiança”
dos médicos na eficácia dos remédios
mais tradicionais. Conjulgar potência e baixo perfil
de efeitos colaterais não é um passo fácil.
O grande problema é que existem vários sistemas
de neurotransmissores. Ao equilibrar a noradrelanina e a serotonina
- dois dos sistemas que estão alterados nos pacientes
com depressão - muitos remédios mexem com outros
neurotransmissores, o que leva a um grande número de
efeitos indesejáveis. Para tentar contornar o problema
a indústria farmacêutica lançou os inibidores
seletivos da recaptura da serotonina (ISRS) - que atuam especificamente
sobre o sistema da serotonina e deixam os demais sistemas
mais intactos. Exemplos são o Prozac, Zoloft e Aropax.
Os ISRS são mais fáceis de administrar, mais
seguros e não têm os efeitos colaterais dos tricíclicos.
Porém, eles não superam a eficácia dos
clássicos e introduzem alguns novos efeitos colaterais
(em geral, mais toleráveis) como náusea e cefaléia
(dor de cabeça). |
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| ANTIOXIDANTES |
| Combatem os radicais
livres, ou seja, aquelas moléculas em desequilíbrio
que atacam as células, provocando uma oxidação
- a causa, entre outros problemas, do envelhecimento precoce.
O betacaroteno, que se transforma no organismo em vitamina
A, as vitaminas A, C, E e determinados minerais, como selênio,
níquel, cobre, constituem o principal grupo de antioxidantes.
São indicados, principalmente, para retardar o envelhecimento.
Está em estudo ainda a sua eficácia para combater
o aparecimento de certos cânceres e baixar o colesterol.
Mais: a ciência ainda não sabe ao certo qual
a dosagem necessária para se obter o efeito desejado.
O fato é que, na busca desenfreada da eterna juventude,
muitos se transformaram em adeptos contumazes de antioxidantes.
Mas, antes de esvaziar as prateleiras das farmácias,
lembre-se de que o excesso das vitaminas A e E pode atacar
o fígado. Converse antes com seu médico. |
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| APERITIVOS
AMARGOS |
| São bebidas
provenientes da mistura de álcool de indústria
diluído com princípios amargos de origem vegetal
(quina, quássia, genciana, camomila, noz-vômica,
etc.). Exemplos: Biter, Fernet, Absinto.
Esses aperitivos são ingeridos, em pequenas doses,
com o fim de abrir apetite. Seu teor alcoólico é
de 40o a 52o G.L.
Os licores e aperitivos constituem um grupo de bebidas consideravelmente
mais nocivas, porque são preparadas com álcool
de indústria, muito mais impuro. O álcool de
indústria ou retificado contém, além
de álcool etílico, aldeídos (acético,
furfúrico ou furfural), éteres (acético,
butírio), álcoois superiores (amílico,
butílico, propílico, etc.).
O aperitivo é de todas as bebidas alcoólicas
a mais prejudicial à saúde porque: em primeiro
lugar é ingerido com o estômago vazio; e em segundo
lugar, contém certas tinturas ou essências tóxicas,
como o absinto. |
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| ARTANE |
| Trata-se de uma
droga sintética, produzida em laboratório, cujo
princípio ativo é o Triexiphenidyl. O seu uso
fora de controle médico surgiu por volta de 1970, e
parece ter começado no Brasil, sendo pouco usado em
outros países. A partir de 75, o Artane e o Akineton
passaram ter venda controlada, mesmo assim, continuou sendo
muito usado e comercializado através de meios ilícitos.
Atuando sobre o cérebro, o Artane provoca relaxamento
da musculatura, o que o torna indicado, na prática
médica, para doentes que sofrem do Mal de Parkinson
e apresentam tremores musculares característicos: e
também em pacientes com doenças mentais graves.
Além do relaxamento muscular, o Artane possibilita
alucinações intensas (“viagens”)
em doses mais elevadas. São estes efeitos que o tornam
atraente para os jovens. O piores prejuízos à
saúde se relacionam às superdosagens. Eventualmente,
desencadeia psicose irreversível. Possivelmente o Artane
e também o Akineton não geram dependência
física, mas no usuário crônico devem provocar
a dependência psicológica |
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| AYAHUASCA
ou HOASCA |
| A ayahuasca (daime)
ou Hoasca (vegetal) são nomes dados ao chá alucinógeno
utilizado, principalmente, pelas seitas Santo Daime e União
do Divino Vegetal (U.D.V.) , respectivamente.
A Ayahuasca ou Hoasca, (chamada pelos Incas de o “vinho
da vida/da alma”), segundo os adeptos da seita, promove
a capacidade de ver, sentir ou viajar a outros mundos e ter
contato com outros seres e até mesmo “Deus”,
(“miração”). Uma das substâncias
sintetizadas pelas plantas é a Dime-tiltriptamina ou
DMT, responsável pelos efeitos de “miração”,
a qual também aparece na planta conhecida como “Jurema”.
O chá é feito de um cipó conhecido como
“Jagube”, (que contém o DMT), e o arbusto
“chacrona”, (que possui uma substância que
neutraliza a ação do DMT), ambos nativas do
Amazonas.
A bebida, obtida pelo cozimento, tem uma coloração
ocre e marrom-escuro. O gosto é mais amargo que o de
um suco de laranja esquecido fora da geladeira. Seus efeitos
físicos aparecem em 30 ou 60 minutos e podem durar
de duas a três horas. São eles um estado de superexcitação,
dilatação da pupila, taquicardia e discreta
hipertensão, náuseas e vômitos ou vômitos
e diarréia, além dos efeitos psicológicos,
muito semelhantes aos do LSD, alucinações visuais,
percepção distorcida, podendo ocorrer delírios,
ansiedade e sensação de estar sonhando acordado.
Enfim, a droga pode deflagar surtos psicóticos e, se
combinada com outras substâncias, é capaz de
provocar morte súbita. |
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