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| BARBITÚRICOS |
| Compostos sintéticos
de efeito tranqüilizante e sedativo. Mais conhecidos
como “comprimidos para dormir”. Tradicionais “narcóticos”,
tais como o ópio; a morfina, pílulas para dormir
(hipnóticos), os contra dores (analgésicos),
e tranquilizantes menos fortes. São drogas sedativas
prescritas para epilepsia e, ocasionalmente, para insônia.
O uso fora da medicina deve-se a seus efeitos relaxantes e
calmantes. O uso constante leva à dependência
física, com desagradáveis reações
à supressão, se retirados subitamente.
Sob o efeito de doses baixas, atuando no sistema nervoso cemtral,
seu consumidor parece relaxado, bem humorado, mas com um pouco
de lentidão para respirar. Em doses elevadas, apresenta-se
com dificuldades na fala, tontura, perda de equilíbrio
(descoordenação motora), facilidade para rir
ou chorar, agressividade e sonolência. |
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| BEBIDAS ENERGÉTICAS |
| Um novo tipo de bebida,
originária da Europa, chegou ao mercado brasileiro.
Chamadas de energéticas - “Flash Power, Hype,
Flyng Horse e Red Bull” - elas se propõem a revitalizar
rapidamente mentes e corpos fatigados. Suas armas: fórmula
com cafeína (80 miligramas, o que corresponde a duas
xícaras e meia de café), estimulante do sistema
nervoso central; taurina (aminoácido comum no organismo),
cuja principal função é auxiliar a absorção
de gordura; glucoronolactona (derivado da glocose, que fornece
energia); inositol (vitamina do complexo B que auxilia na
quebra de moléculas de gordura, produzindo energia)
e um conjunto de vitaminas. Em pouco tempo viraram moda em
bares e lojas de conveniências. Um problema: passaram
a fazer parte de coquetéis com bebidas alcoólicas,
para provavelmente, prolongar a fase inicial de euforia causada
pelo álcool.
Problemas: ausência de estudos científicos que
expliquem o porquê da associação da cafeína
com a taurina; desconhecem-se os efeitos no organismo da combinação
dessas bebidas com o álcool. Crianças, gestantes,
lactantes, diabéticos, idosos e portadores de sensibilidade
a algum dos componentes da fórmula devem passar longe
dessas latinhas, principalmente porque o estimulante acelera
os batimentos cardíacos. |
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| BENZEDRINAS |
| Surgiram em 1961 e, logo,
encontraram ampla difusão e indicação
terapêutica. Em parte, serviram para substituir os barbitúricos.
Ao contrário destes últimos, não são
muito ativas sobre os centros cárdio-respiratórios.
As benzedrinas também são conhecidas como “os
ansiolíticos”, e seus efeitos são: ação
miorrelaxante, ação anticonvulsiva, ação
sedativa nas duas expressões: controle da ansiedade
e indução do sono.
Os farmacodependentes, também diante das benzedrinas,
tendem a um uso atípico e por isso surgir problemas
colaterais tanto psicológicos como físicos. |
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| BENZODIAZEPÍNICOS |
| São drogas tranquili-zantes
usadas contra a ansiedade e a insônia. O uso fora da
medicina de-ve-se a seus efeitos relaxantes. O diazepam é
um exemplo. O uso dessas drogas por mais de duas semanas pode
causar dependência física. Os médicos
deveriam prescrevê-lo para períodos curtos e
em dosagem baixa. Após longo tempo de uso, a dose precisa
ser reduzida gradualmente, para evitar sintomas de abstinência.
Ao usá-la a pessoa fica mais tranqüila, mas ocorre
uma depressão da atividade cerebral com indução
ao sono, redução ao estado de alerta. A mistura
com o álcool pode levar ao estado de coma. Além
de sofrer dificuldades na aprendizagem e memória, o
dependente passa a sentir muita irritabilidade, insônia
excessiva, suor, dor pelo corpo todo. Casos extremos, provoca
convulsões. |
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