Tipos de drogas:

 

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FENILCICLIDINA
Conhecida também como a “droga assassina”, “supergrass”, “cadillac”, “tic tac”, “pó de anjo”, ou seus derivados análogos. Usada habitualmente pelos dependentes em combinação com a maconha, álcool, barbitúricos, heroína, LSD cocaína, metaqualona, mescalina, tabaco.
A Fenilciclidina (PCP) é um potente alucinógeno sintético. Desenvolvido nos EUA, em 1950, como anestégico em animais. No organismo humano, usada de forma abusiva, desenvolve o fenômeno da tolerância, ou seja, são necessárias doses subseqüentemente maiores para se obterem os mesmos efeitos iniciais. É vendida de forma ilícita, e chega ao organismo humano através do fumo (geralmente misturada com maconha, tabaco), injeções (venosa, intramuscular), pílulas, inalação nasal. Atua aumentando os níveis cerebrais dos neurotransmissores noradrenalina acetilcolina, serotonina, dopamina. Produz efeitos colinérgicos, responsáveis pela sudorese excessiva, constrição pupilar e efeitos cerebelares responsáveis pelo aparecimento da vertigem, perda da coordenação motora, fala arrastada e oscilação dos globos oculares.
A morte por consumo exagerado de fenilciclidina deve-se à crise hipertensiva ou depressão do sistema nervoso central (morte por parada respiratória). (Ver ainda: PÓ-DE-ANJO).
 
FÓRMULAS DE EMAGRECIMENTO
No final dos anos 70 começou a emergir a “indústria” das fórmulas para inibir o apetite, que ainda continuam em alta. Indicadas para tratamentos de obesidade que não necessitam de moderadores de apetite com ação prolongada, mas de atuação restrita apenas às horas das refeições. De acordo com endocrinologistas, existem fórmulas criminosas. São aquelas que misturam muito mais do que os dois componentes necessários para perder peso: bloqueador de apetite (geralmente à base de derivados da anfetamina) e um tranqüilizante para controlar o efeito estimulante. O perigo está naquelas fórmulas, vendidas até pelo correio, em certos preparados feitos nos próprios consultórios. Muitos, além dos componentes básicos, contêm diurético, hormônio da tireóide, potássio, laxante e outra droga para fazer subir a pressão arterial. Os efeitos colaterais são danosos: o hormônio da tireóide “queima”, além da gordura, o tecido muscular. O diurético pode levar à desidratação, à queda brusca da pressão e à perda de minerais importantes como o potássio.
 
 
   

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