Os índios e sertanejos do Nordeste brasileiro fazem
uma espécie de vinho com a “Mimosa Hostilis”,
uma planta da caatinga, com propriedades alucinógenas.
A Jurema sintetiza uma potente substância alucinógena,
a “Dimetilptalamina” ou “DMT”. Tal
substância é responsável pelos efeitos,
que duram quase uma hora. Esses efeitos incluem alegria,
euforia, efeitos visuais com objetos se movimentando e cores
luminosas. Passado o efeito alucinógeno, a pessoa
é normalmente tomada de um forte mal-estar, cansaço
e dores nos músculos, assemelhando-se ao quadro verificado
na “ressaca” daqueles que beberam álcool.
Muito usada, no Brasil, em rituais folclóricos e
religiosos, por exemplo: no candomblé por ocasião
de passagem de ano, e por índios e caboclos do Brasil.
Os efeitos do vinho de Jurema são muito bem descritos
por José de Alencar no romance Iracema.
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