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| PERVITIN e DESBUTAL |
Remédios altamente estimulantes, à base de
anfetamina pura. Tiveram seu ápice na década
de 50. Eram indicados inadequadamente para combater a depressão.
Qualquer pessoa com 50 anos se lembra do Pervitin, vendido
facilmente nas farmácias para quem desejava ou precisava
passar noites em claro, dormir pouco ou reduzir o apetite.
Foi retirado do mercado por seus graves efeitos colaterais:
dependência física, alucinações,
irritabilidade, taquicardia, ansiedade, forte diminuição
dos reflexos.
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| PÓ-DE-ANJO
- (FENILCICLIDINA) |
É uma droga estimulante e alucinatória, que
provoca uma forte dependência psicológica.
Normalmente usada para imobilizar animais de médio
e/ou grande porte. Quanto a formas de uso pode ser via oral
ou injetada e produzida nas formas de pó, comprimido
ou líquida. Efeitos a curto prazo provoca perda do
medo, excesso de coragem, aumento da força física,
alienação. A médio e longo prazo: Superpoderes,
bloqueia o sistema nervoso central, elimina a sensação
de dor, reflexos e percepção ampliados ao
grau máximo, desintegradora da mente, paranóia,
coma, danos permanentes ao cérebro. Na falta da droga
surge uma depressão profunda.
Este poderoso alucinógeno também é
conhecida pela sigla “PCP”, a droga assassina,
combustível de foguete, etc. Trata-se de um pó
branco cristalino, que foi sintetizado em 1950, para uso
veterinário, como analgésico. Enquanto ela
é uma droga capaz de tranqüilizar um gorila
raivoso, é também capaz de liberar os mais
“negros demônios” da mente humana. Ela
é alguma coisa a mais do que uma droga perigosa,
e os seus efeitos são, inclusive, totalmente imprevisíveis
na espécie humana.
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| PRELUDIN |
Estimulante mais popular na Suécia, onde o problema
do uso de estimulantes é realmente grave. O nome
genérico do prelundin é “Phenmetrazine”.
De início, empregava-se a droga para reduzir peso
(emagrecimento). Hoje seu uso está prescrito por
lei. A dose usual seria 25 miligramas (um comprimido). Os
tomadores crônicos tomam-no de acordo com o grau de
tolerância já criada. Como as anfetaminas,
o Prelundin induz manias de perseguição e
outras formas de pertubação mental. Desconfia-se
de que causa dano permanente ao cérebro. Nos usuários
crônicos a paranóia é bastante comum.
Quando o uso é interrompido abruptamente, o dependente
pode ter dores abdominais e tremores.
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| PROZAC |
O início deste milênio está dominado
pelo antidepressivo Prozac, o qual transformou-se na panáceia
para o tratamento da depressão e de alguns traços
de personalidade, como a timidez. A banalização
do remédio e o seu uso indiscriminado (usando-o para
tratar desde uma simples tristeza até a falta de
energia decorrente do stress) é que, segundo o laboratório
fabricante, prejudica sua indicação comprovada
para tratar depressão de origem biológica,
classificada como doença mental. Argumenta-se que
se segue a tendência moderna de se medicalizar os
sentimentos, de se suprimir a dor em vez de tratar suas
causas.
Trata-se de propaganda enganosa a promessa de felicidade
permanente, na medida em que não é superior
nem inferior a outros tantos antidepressivos. E é
eficiente só nas depressões específicas,
como a distonia, um distúrbio crônico que deixa
as pessoas desmotivadas, sem pique, ou na bulimia, ou seja,
a compulsão para comer. Mas, cuidado: tem graves
efeitos colaterais, como ansiedade, taquicardia, insônia,
perda de apetite, náuseas, diminuição
da função sexual. Quando esses efeitos se
manifestam com muita intensidade, os médicos costumam
substituí-lo por um de seus similares (Tofranil,
Anafranil).
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| PSICOTRÓPICOS |
Vem do grego: “Psico”= mente e “Trópico”=
ação.
O uso das drogas psicotrópicas vem de longe, há
até quem acredita que já fosse usada pelo
homem primitivo. Muitos povos viam algumas dessas drogas
como verdadeiros “presentes dos deuses”. São
drogas naturais ou sintéticas que possuem uma ação
no espírito da pessoa, ou seja, são capazes
de influir nos processos mentais ou emocionais, modificando
a atividade psíquica. Algumas dessas drogas estimulam
a atividade mental, outras a deprimem e ainda, outras, provocam
uma ação alucinógena. Muitas dessas
drogas foram e ainda são bastante utilizadas com
finalidade terapêutica, isto é, com a finalidade
de aliviar ou curar doenças. As drogas psicotrópicas
são também chamadas de psicoativas porque
atuam sobre o sistema nervoso central ou simplesmente: SNC.
Os Psicotrópicos se classificam em três grandes
grupos: Drogas estimulantes do SNC; Drogas depresssoras
do SNC; e as drogas alucinógenas ou pertubadoras
do SNC.
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| PSILOCIBINA |
A “psilocibina” é extraída de
um cogumelo, mexicano, que tem o nome de “Psilocybe”,
sendo seu principal alcalóide. Os cogumelos são
mascados verdes ou secos, sendo estes os mais potentes.
Seu uso, semelhante ao do “peyotl” = Mescalina,
também vem de milhares de anos, em cerimônias
religiosas realizadas por nativos americanos e mexicanos.
São usados pelo xamã da tribo, a pedido de
quem deseja consultar o cogumelo sagrado, também
chamado de “teonanáctl”, ou “Carne
de Deus”. As perguntas feitas pelo indígena
são respondidas pelo xamã, sob efeito da mastigação
do cogumelo sagrado. Também tem efeitos semelhantes
aos do LSD-25, como a mescalina, sendo, porém, muito
mais fracos e mais curtos que esta. A psilocibina pode provocar:
vertigens, ansiedade, grande euforia, alucinações
visuais, dificuldades respiratórias, distorção
dos sentidos, dificuldade em enunciar pensamentos, incoordenação
motora. O seu uso como droga de rua é muito raro.
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