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| SEDATIVOS |
Dentre as drogas que diminuem a atividade de diversos centros
nervosos estão os sedativos ou calmantes. Sedativo
ou calmante é todo medicamento capaz de acalmar a
dor, a tensão nervosa. O sedativo combate só
o sintoma e não a causa da doença. Os sedativos
em doses elevadas podem causar efeitos hipnóticos,
isto é, podem induzir ao sono. À classe dos
sedativos hipnóticos pertencem os Barbitúricos,
os quais são remédios em forma de pó
cristalino de sabor amargo, solúveis na água.
Atualmente existe uma grande variedade destes hipnóticos,
os quais diferem entre si apenas pela rapidez e a duração
de sua ação.
São capazes de deprimir várias áreas
do cérebro. Com doses maiores que as recomendadas
pelos médicos, a pessoa começa a sentir-se
embriagada, a fala fica pastosa e aparece dificuldade de
andar direito. Surgem sinais de estado de inconsciência,
a pressão do sangue baixa e a respiração
é tão lenta que pode parar. A morte ocorre
exatamente por parada respiratória. Os efeitos tóxicos
pioram na mistura com álcool ou outras drogas sedativas.
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| SKANK |
Espécie de supermaconha produzida
em laboratório através de mo-dernas técnicas
de engenharia genética vegetal. Híbrida, resultado
de vários cruzamentos de tipos de maconha, vindos
principal-mente do Egito e Afeganistão. Atualmente
é cultivada em estufa através do siste-ma
hidropônico, com alto teor de umidade, alta temperatura
e luz halógena. É uma planta de 30 centímetros
de altura enquanto que a Cannabis Sativa (Maconha) mede
1,80 cm. É muito difícil diferenciar visualmente
o Skank da maconha comum. O princípio ativo é
o THC (Tetrahidrocannabinol), o mesmo da maconha comum,
porém sua concentração de THC é
bem maior, de 7 a 10 vezes, em relação a maconha
comum (4%). Todas as outras substâncias ativas encontradas
na maconha comum são potencializadas no Skank. Quanto
as manifestações físicas e psíquicas
são semelhantes às das apresentadas com o
uso da maconha, porém, pela alta concentração
de THC, as manifestações são potencializadas.
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| SOLVENTES |
Os usuários de solven-tes procuram com a droga obter
uma sensação de euforia que ocorre poucos
minutos após a inalação. O efeito inicial
é moderado. Para atingir uma euforia maior, o usuário
precisa cheirar mais. Isso facilita a dependência.
A maior parte das pessoas inala pequenas quantidades desse
material sem saber, todos os dias. Ninguém imagina
que possam ter efeito semelhante ao observado em drogas
psicotrópicas. Essas substâncias voláteis
estão na tinta, na gasolina, colas e fluidos de limpeza.
O manuseio desses produtos não é perigoso.
A situação muda quando a pessoa começa
a inalar solventes com freqüência.
Quando inalados, provocam alucinações e sensação
de bem-estar. Entre seus efeitos observam-se pupilas dilatadas,
rubor e confusão. O uso constante leva a inflamação
e feridas nas regiões bucal e nasal. É possível
ocorrerem danos permanentes ao cérebro, fígado
ou rins, bem como asfixia durante a inalação.
Também são conhecidas como inalantes. (Ver
também: “INALANTES”).
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| SONÍFEROS |
Em medicina, os soníferos são chamados “hipnóticos”,
do grego “hypnos”, que significa sono artificial.
Trata-se de se obter, graças a um medicamento, o
restabelecimento do sono, que pode ter sido perturbado a
partir de diversas causas. A identificação
da causa pode permitir, na maioria dos casos, que se encontre
uma solução natural para a insônia.
Mas as pessoas em geral sabem que é muito mais fácil
tomar um comprimido antes de dormir do que se relaxar durante
uma hora.
Os pacientes freqüentemente confundem tranqüilizantes,
sedativos, ansiolíticos e hipnóticos. Isso
vem do fato de que, segundo a dose empregada, o médico
quase sempre conseguirá obter um efeito de hipnótico.
Mas os eventuais efeitos colaterais (dependências)
são bem diferentes.
Como todos os medicamentos que agem sobre o sistema nervoso,
os hipnóticos têm efeitos secundários
que se juntam à sua ação terapêutica
propriamente dita: há problemas agudos ou crônicos
ligados a um emprego muito prolongado. O risco principal
dessa classe de medicamentos é a dependência.
Outro inconveniente: o hábito de usar o produto.
Nesse caso, o paciente deve aumentar as doses para obter
um resultado idêntico, o que aumenta os riscos de
overdose. Deve-se observar que a maioria dos medicamentos
são nocivos se associados ao álcool. O emprego
de soníferos não traz, sempre... repouso.
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| STP |
O “DOM”, também chamado de “STP”
(Serenidade, Tranqüilidade e Paz) tem grande potencial
para provocar alucinações em seus usuários,
sendo produzido em laboratório. Quimicamente trata-se
de 2.5-dimethoxy-4-metil-anfetamina. Tomada via oral, em
forma de pílula ou cápsula. Seus efeitos são
exatamente o contrário das qualidades apregoadas.
Provoca grandes e sérias alterações
no organismo, como por exemplo: euforia, aumento das secreções,
depressão, ansiedade, aumento da pressão,
taquicardia, alteração na visão e audição,
dificuldade em controlar pensamentos e ações.
Há informações de pessoas que ingeriram
STP, sofreram alucinações (que duram de vinte
a vinte quatro horas), adormeceram, e ao acordar, recomeçaram
a experiência alucinatória. O uso da STP disseminou-se
entre os hippies; devido a seus efeitos bastantes adversos.
Porém, seu emprego está regredindo atualmente.
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| SUPLEMENTOS VITAMÍNICOS |
Viraram mania no mundo inteiro. E a aindústria farmacêutica
está atenta a essa explosão de consumo: a
cada dia são lançadas novas formulações
em diferentes pontos do globo, principalmente nos Estados
Unidos. As fórmulas e dosagens são as mais
variadas posíveis. Mas não se pode esquecer
que determinadas vitaminas têm o poder de neutralizar
outras ou impedir sua absorção. Os suplementos
são indicados para aquelas pessoas que não
têm uma alimentação adequada, sobretudo
pelo corre-corre diário. De qualquer forma, o mais
correto é cada um procurar saber com um profissional
quais as vitaminas que são pouco absorvidas pelo
seu organismo para então lançar mão
dos suplementos. A alimentação balanceada,
os exercícios físicos e a exposição
regular ao sol (até às 10 horas e depois das
16 horas), contudo, ainda são as principais e mais
eficientes fontes das vitaminas de que necessitamos.
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| SUPER “K” |
Incensada pela musa do movimento “clubber”,
a cantora Madona, como uma droga cujos efeitos levam o usuário
a se imaginar “num grande buraco, nadando fora de
seu corpo”, o Special K, Super K ou apenas K está
chegando às danceterias underground das principais
capitais. Derivado de um anestésico usado em pequenas
cirurgias de seres humanos e animais, o Super K tem efeito
alucinógeno arrebatador. O prazer inicial pode terminar
em convulsões e paradas cardiorespi-ratórias.
O princípio ativo do K é a cetamina, principal
substância do anestésico ketalar. Líquido
na forma comercial, o medicamento é aquecido para
se transformar em pó. Cheirar uma carreira de 5 centímetros
de Special K equivale a uma carreira de cocaína do
tamanho de um braço, por um quarto do preço.
O Special K, no entanto, não gera euforia. Relaxa.
Quem usa tende a falar arrastado, sentir moleza no corpo
e ter falhas de memória. Anestesiado, o usuário
não sente dor alguma. Pode machucar-se e nem notar
o ferimento. Para conseguir esse medicamento/droga os usuários
desviam as ampolas de Ketalar de clínicas veterinárias
e hospitais, ou, simplesmente, encomendam a droga a algumas
farmácias. É mais uma arma na roleta-russa
que certos jovens dispõem a usar loucamente contra
si próprios.
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